Mundo Afora

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Morar sozinho(a)

Em: Diário de Bordo | Por:

Sabe aqueles dias que mesmo chovendo ou fazendo muito calor o dia parece lindo para você? Hoje para mim.

 

Estava aqui pensando a quanto tempo moro sozinha, e como sou saudosita por natureza hoje me aconteceu de querer recordar esses momentos de "solidão" e já se vão 3 anos de minha vida em meu cantinho que criei com tudo que sempre quis para mim, morar sozinho (a) não é o fim do mundo  e também não é o paraíso, mas tem muitas vantagens: valorizamos mais nosso trabalho e acabamos aprendendo cuidar mais de nós mesmo.

 

Sim… e você pode lavar a louça a hora que quiser, ninguém vai ficar te enchendo o saco para fazer isso na hora que tá passando algo legal na TV ou na hora que alguém muito interessante está no msn.

 

Infelizmente tenho vizinho o que me irrita muito, as vezes adoraria jogar uma bomba de gás nas casas próximas da minha para que as pessoas, seus cachorros, aparelhos de som, TV, e tudo o que faz barulho desaparecesse, esses dias acordei as 4 da manhã com uma certeza: "rico só mora em mansão por causa dos vizinhos". Tenho certeza disso, afinal ter quilometros quadrados de quintal é uma grande vantagem quando se tem vizinho chatos e barulhentos, pena que não sou rica e tenho muitos vizinhos ao redor.

 

Mas as vezes dá para tirar proveito disso, principalmente quando ter alguma vizinha que levou um corno e ouve a mesma música o dia todo na mesma altura, dar para ir da desgraça alhei sem nem um peso na consciência e bolo de rir com outras pequenas besteiras que acontecem… enfim… se não levar a vida na brincadeira criamos rugas, envelhecemos e isso sem dúvida não é o que quero, sou muito linda para envelhecer.

 

Mas voltando a viver sozinho, as vezes dá vontade de  ficar em uma  casa isolada perdida no meio de Deus sabe onde …

 

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Argentina Buenos Aires

Em: Diário de Bordo | Por:

Cansei de pedir desculpa por viajar e sumir da vida online. Agora vou dizer apenas que estava no Mundo… o que não é muita novidade.

 

Vamos lá: fui para Buenos Aires antes mesmo do que esperava e com a correria nem tive tempo de ler nada sobre essa cidade encantadora, mas já desconfiava que seria uma experiência única, como quase tudo que faço. Chegando a Buenos Aires de madrugada, com muito sono e bem cansada depois de 10hs entre voos, aeroportos e filas, a primeira coisa que vi foram dois homens se cumprimentando com beijo; fiquei pasma e, claro, achei um charme… fiquei olhando para aquilo com uma admiração incrível e imediatamente meu HD processou que alg o ali ia me encantar muito. E, de fato, foi o que aconteceu.

 

A convite da Royal Holiday, cheguei a Buenos Aires para conferir o trabalho da empresa na América do Sul. Uma eterna aprendiz do que nunca vi e do que já vi, sempre tento estar em um lugar, mesmo que já tenha ido antes, como se fosse a primeira vez e deixar que o mesmo se mostre para mim. Às vezes, me faço de boba para ver pessoas sendo bobas, e dou gargalhadas por dentro. Sempre encontro uma forma de me divertir e, sem dúvida, me diverti muito com o que vi, vivi e aprendi.

 

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Buenos Aires para mim não tem buenos aires: foi difícil de me acostumar com o cheiro do lugar. Talvez pelo fato de sentir tanto cheiro de maresia, cheiro de mar, fiquei meio enjoada por alguns instantes, mas nada que a arquitetura do lugar não me fizesse esquecer, e o calor me fez sentir falta do vento de Natal, do que tanto reclamo quando bagunça meus cabelos.

 

Em apenas dois longos e maravilhosos dias, consegui conhecer, aprender e me apaixonar por Buenos Aires.

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O novo viajante do Mundo Afora

Em: Diário de Bordo | Por:

Salve Mundo Afora… Millões de desculpas para aqueles que acompanham (ou não) esse blog todos os dias. Essa blogueira viajante que vós fala diariamente sumiu por 4 longos e cansativos dias. O motivo!

 

Esse:

 

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Um novo viajante na minha vida. Calma! Não é meu!

 

É meu primeiro sobrinho. Tão pequeno e já é capaz de fazer uma mudança radical na vida daqueles que o cercam. Minha irmã sentiu contrações e adivinhem! só eu tive coragem de ir com ela ao hospital, assisti o parto, vi o meninão nascer e acompanhei literalmente os 3 primeiros dias de vida, e como prêmio ganhei do próprio uma bela cagada pastosa (não tenho coragem de colocar a foto aqui) pois é.

 

A lição foi: Criança realmente é uma benção, lindo e é impossível não se apaixonar no momento que olhamos o rostinho, o corpinho frágil as maozinhas se debatendo. É perfeito. Mas continuo com minha teoria, e sei (depois dessa experiência) que não estou ainda preparada para ser mãe, não agora.

 

Então é isso. Espero que essa foto linda, faça com que vocês perdoem meu sumiço e claro vamos dá boas vindas ao mais novo viajante desse Mundo Afora, que se Chama Raniel.

 

 

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Blogueiros Mundo Afora com a Royal Holiday

Em: Diário de Bordo | Por:

Espaço aberto para os que lá estiveram

 

Thiago - já que foi o primeiro que conheci antes mesmo de nos encontrarmos e gastarmos aquele absurdo no aeroporto em sampa. Foi quase a companhia perfeita, já que era o único que parecia ter o mesmo pique que eu, aproveitou bem cada oportunidade e nos fez rir horrores com seu thiaguês que às vezes tive a impressão que nem ele mesmo entendia. Para quem já não gosta de rir como eu, o Thiago foi O BRASILEIRO solto no México.

 

Mila - Menina quietinha, simpática, calada. Pelo menos nos acompanhou no vinho, o que me surpreendeu. Todas as minhas tentativas de uma conversa mais longa, aprofundada foram frustradas já que ela estava sempre (que inveja) conectada com seu smartphone na mão, trabalhando, trabalhando e trabalhando… Se soltou no duty free em Guarulhos. Largou o celular e segurou o carrinho. Vou tentar conversar mais pelo msn. Acredito que serei mais feliz por aqui.

 

Mary - (kkkkkkkkkkkk) Isso mesmo, Mary, quando pensei em você agora eu ri. Doidinha. Jurava que eu era a única pessoa no mundo que tinha medo de avião a ponto de não levantar na poltrona para nada e ainda fazer cara de pânico, mas a Mary pareceu ter mais medo que eu. O.O

De um bom papo sobre viagens pelo mundo, algo que gosto muito, fomos encontrando pontos em comum, além, é claro, do medo de voar, sempre disposta a experimentar o novo, nossos pontos em comum foram muito positivos e lá pelo ulitmo dia, depois que o vinho fez efeito, ela se soltou totalmente. Acredito que muita gente fez o mesmo nesse último dia.


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Beto e Tetê - Vou colocar os dois juntos já que foi quase impossível definir um separado do outro. Pelo menos foi a impressão que tive durante todo o tempo, também como um complementa o outro, algo bem "metade da laranja". Senti uma falta danada dos dois quando passamos o dia na Xcaret, já que eles perderam, além de um delicioso jantar, um espetáculo maravilhoso sobre a história (para turistas) do México. Achei um casal lindo, quero ser assim quando crescer.

 

Laura – Tadinha! Mas vamos ao trabalho. Além de uma simpatia de pessoa e muito paciente, realizou todos os nossos desejos, de uma aventura na selva contra os mosquitos assassinos da ilha de Cozumel a me levar para dançar salsa. Uma simpatia de menina, tipicamente mexicana e atenciosa. Ficou com muita vontade de conhecer o Brasil.

 

Lolita - Menina careta, cada flash era uma careta diferente, sempre conectada e trabalhando, não deixou de aproveitar os momentos nem as bebidas free. Muito descolada e alegre, nunca pensei em encontrar no México alguém que risse mais alto, o que me fez rir loucamente muitas vezes, se largasse o cigarro a gargalhada ficaria muito melhor.

 

André - Deixei por último por ter sido o último a chegar. Meio porra loca, meio tímido, meio perdido, logo no primeiro jantar, ao observar essas características, tive a impressão de estar diante de um maldito ariano, e não estava errada. Difícil de se abrir, porém com a típica simpatia mexicana conseguiu até me ajudar no Inglês e tirar as dúvidas do Espanhol. Me socorreu quando empolgada, quando comi uma pimenta mexicana que me deixou surda e tive um lapso de riso (pra variar).

 

Essa foi a trupe que esteve comigo durante 4 dias maravilhosos na Riveira Maya (cancún – Cozumel). Como costumo dizer, odeio esse mundo por ser tão grande e as pessoas que conhecemos estarem sempre tão longe de nós. Como seria bom se fosse tudo pertinho, ou mesmo tudo baratinho.

 

Mas enfim… Como dizem os mexicanos: "Muy Rica" a experiência, muito boas as companhias.

 

E não perdendo o embalo das frases da minha vida, como sempre diz um grande amigo: "Você atrae louco". A cada dia que passa mais creio disso.  Amo os loucos que atraio.

 

Até a próxima!

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Visto Mexicano

Em: Diário de Bordo | Por:

Vou contar minha experiência no consulado do México quando fui tentar tirar meu visto. Debaixo de muita chuva, fui até o consulado. Antes disso, passei na frente do prédio umas 10 vezes (ele não tem um número visível). Depois de morrer de medo do elevador, consegui chegar à salinha de espera (maldita)…. e haja esperar….esperar…

 

Até que um casal muito esperto passou na minha frente…  Tudo bem, não tava com pressa para visitar as praias cariocas, afinal estava chovendo muito. Depois do casal espertinho, e a tentativa de outro espertinho passar na minha frente (dessa vez não deixei!), de repente, um sargento feminino aparece para conferir a documetação, a mulher era tão GROSSA, mas tão GROSSA que tive vontade de nunca mais pisar no México.

 

Mas pensei bem, afinal uma viagem grátis para Cancún não é todo dia que se ganha. Tive que engolir a mulher. Quando ela me chamou, tremi até os fios do cabelo. Ela olhou a documentação e me falou que algo não tava correto e que eu tinha que arrumar. Olhei a documentação e vi que eu já não podia fazer nada, afinal estava no Rio de Janeiro, bem longe de Natal. Subi no salto e virei um sargento igual a ela e falei que tava tudo ok.

 

Uma observação importante:

Não entendi porque essa mulher foi tão grossa, tão mal humorada e ainda deu a entender que não estava querendo dar o visto. À tarde, voltei para saber o resultado, que jurava de pé junto que ia ser negado, mas para minha surpresa e depois de chuvas, mau humor e espertinhos, o visto está na mão… depois disso fui aproveitar e me aventurar no Rio de Janeiro.

 

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Pequeno Principe

Em: Diário de Bordo | Por:

Esses dias tava pensando no Pequeno Principe e em sua alegria em viver sempre em busca de novos amigos, de novos conhecimentos, de viver mundo afora segurando o rabo de um comenta, quem não gostaria de viver assim não é? sempre viajando conhecendo lugares e pessoas diferentes.

 

. Encontrei esse trecho do livro que mecheu muito comigo, já que não tenho tantos amigos reais e sim muitos virtuais que fazem parte da minha vida real.

 

 pequeno-principe

Leia:

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